Histórico

HISTÓRICO DO SINDICATO RURAL DE CARAZINHO

INTRODUÇÃO


Cumpre-nos agradecer a Diretoria Executiva do Sindicato Rural de Carazinho, pela feliz iniciativa de proceder ao levantamento histórico do Sindicato Rural de Carazinho.
Pesquisar as etapas desse processo, mergulhar no drama daqueles que se doaram de forma significativa, visando um longo e demorado processo evolutivo, pontilhado não raro, de muitas lutas, contradições e peripécias de toda ordem.
O presente trabalho objetiva historiar de maneira singela a evolução rural do nosso Carazinho, desde o instante que o primeiro homem civilizado pôs o pé em sua terra generosa até o surgimento do SINDICATO RURAL DE CARAZINHO e o trabalho desenvolvido durante a sua existência.
Vivemos o momento em que o povo brasileiro procura encontrar suas origens, reviver o seu passado e resgatar a sua história.
Ninguém ignora que passamos por momentos difíceis, a população encontra-se empobrecida, mas ao mesmo tempo mais madura e mais consciente de seus ideais e de seus objetivos.
Vemos uma nova geração preocupada com o futuro da pátria, cheia de vontade para que a nação reencontre seu caminho de progresso e realizações.
As alternativas para a retomada do desenvolvimento são procuradas nas ciências modernas e nas experiências do passado.
Uma Diretoria atuante, moderna e inovadora dirige os destinos do nosso Sindicato, que associa a tradição agro-pecuária à moderna técnica agrícola adquirida nos bancos acadêmicos.
Embora apliquem os conhecimentos mais atualizados da ciência agronômica, acreditam firmemente na experiência dos produtores do passado e nos sacrifícios dos pioneiros.
Possuem a sensibilidade de entenderem que sem os esforços do homem de antanho, não atingiríamos a esperança no porvir.

HISTÓRICO SINDICAL

Quando nos reportamos a história sindical do nosso Sindicato Rural de Carazinho, nos permitimos definir a organização sindical como um todo ou seja: SINDICATO: agrupamento formado para defesa de interesses comuns; SINDICALISMO; doutrina política que fortalece a luta dos trabalhadores para uma transformação social e política da cidadania; SINDICALISTA: pessoa partidária do sindicalismo; SINDICALIZAÇÃO: feito legal de sindicalizar-se; SINDICALIZAR: reunir-se em Sindicato, passar a ser membro integrante ou seja ser sócio de um Sindicato.
O movimento sindical esteve na clandestinidade de 1922 a 1934, quando em 1934, a primeira constituição reconhecia as organizações sindicais. Sendo mantidas durante longos anos (1934 a 1988), atrelados a tutela do Estado.
Hoje o Sindicato Rural, representa os produtores rurais perante autoridades administrativas, judiciais e demais órgãos dos Poderes Públicos em geral, firmando convenções e acordos coletivos de trabalho. Além de representar, defender e reivindicar, o Sindicato Rural, colabora como órgão técnico e consultivo. A sua principal fonte de recursos é a contribuição sindical através da CNA.
Com a mesma filosofia, procuramos na citação de nomes, homenagear a todos aqueles, vivos ou mortos, que em um determinado momento fizeram parte das agremiações rurais: Agro-pastoril, Associação ou Sindicato Rural que possibilitaram, através da crença em seus companheiros, a união e a fraternidade de um grupo de pessoas irmanadas em um ideal.
O presente trabalho,teve como objetivo resgatar alguns fatos através dos dados existentes, e que contribuíram para a criação do Sindicato, bem como,opiniões de cidadãos carazinhenses, que viveram a época que antecederam esta criação.

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"NOSSA HISTÓRIA"

Em 1827 com o advento dos três primeiros moradores civilizados para a região de Carazinho, era dado início o ciclo agro-pastoril.
Embora as pastagens fossem naturais, plantaram inicialmente o milho como alimento complementar do gado e a mandioca e o feijão como sustento as poucas, porém numerosas famílias, aos agregados e aos escravos.
Pouca coisa se avizinhava pela frente, cessara a cultura de trigo na Província de São Pedro do Rio Grande.
O cereal rei que vicejara por meio século, tivera sua cultura abandonada em virtude da praga da ferrugem do colmo. A riqueza econômica agrícola havia sido o trigo, cujas plantações, segundo opiniões fidedignas, se haviam iniciado com os primeiros povoadores do tempo de penetração do Rio Grande pelos paulistas, e cuja produção se intensificaria, maravilhosamente, na segunda metade do século XVIII, com a colonização açoriana.
Em 1878, o então "Continente de São Pedro do Sul" produzia em 106.791 alqueires de trigo. Daí em diante a sua produção tendeu sempre a crescer, até 1916, ano em que se registrou a maior colheita, para depois declinar rapidamente, e desaparecer por completo sendo que nestes anos, a quantidade muito excedia a necessidade do nosso consumo.
O precioso grão, durante o período, era objeto de exportação em grande escala.
Assim sendo, os pioneiros que se estabeleceram no território que quarenta anos depois iniciaria o aldeamento de Carazinho, sede do quarto distrito de Passo Fundo, dedicaram-se a atividade agro-pastoril.
A criação do gado bovino para a exportação de charque e do couro, as mulas para suprirem as minas de prata de Patosi, na Bolívia, e o gado cavalar para as tropas militares que guarneciam a fronteira castelhana, era a alternativa econômica da região serrana.
No período da Revolução Farroupilha houve certa estagnação na região tendo inclusive alguns dos povoadores retornado para a província de São Paulo, só de lá regressando quando cessaram as hostilidades.
Na segunda metade do século a atividade pecuária retomou o seu desenvolvimento, também foi reiniciada de forma modesta o cultivo agrícola, inclusive o do trigo.
Já no ano financeiro de 1862/63, alguns municípios gaúchos apresentaram considerável produção do cereal rei.
A província possuía no ano de 1863 apenas 27 municípios e desses só 13, nem a metade produzia trigo.
A produção de Carazinho, incluída em Passo Fundo era insignificante, tão somente 500 alqueires de 36 litros.
Nosso povoado ainda não iniciara, as primeiras casas apareceriam cerca de dez anos depois, mas a zona rural já começava a ser povoada com algumas centenas de cabeças de gado.
No último quartel do século XIX, iniciou-se em Carazinho a fase extrativa da madeira, principalmente da araucária predominante nas matas do distrito.
No início da década de 90, iniciou-se o traçado da abertura do caminho da estrada de ferro que seria inaugurada a 15 de novembro de 1897.
Uma era de notável progresso se iniciou no povoado.
No início do século três casas comerciais se estabeleceram na Rua do Comércio, principal artéria do povoado, ambas voltadas à atividade pecuária:
AMADEO MICHELINI, que além do depósito do sal, arame e produtos coloniais, comercializava couro e outros produtos animais.
"GRANDE BARATILHO" de José A. Borges, que comercializava artigos de montaria e mantinha um depósito de sal, comprava cera, cabelo, lã, milho, feijão e toda classe de produtos coloniais além de comercializá-los.
A firma de "Secos e Molhados" - "Vargas e Matiotti" era um importante armazém, que também desenvolvia um comércio atacadista e exportava madeira, lã, couro salgado, etc... .
Estes estabelecimentos comerciais, também vendiam sementes, remédios e vacinas para o gado.
Foi excepcional o progresso alcançado através da implantação da rede ferroviária, que já no ano de 1908, o jornal o "CARAZINHO", publicava o seguinte editorial, que transcrevemos do original.

 

"ARANDO"

"O arado da civilização campeia em todos os recantos do nosso futuroso distrito, espancando em toda parte as travas do atraso, levantando em toda a parte a sua estátua luminosa e dignificadora ante a qual a ignorância foge espavorida.
O progresso arrebenta como por encanto, mesmo lá do fundo dos vales cheios de beleza, deslumbrando a pupila do exterior que o contempla com admiração.
Os ângulos da serra, outrora só por feras habitadas - feras que rugiam, feras que assassinavam - hoje são focos de trabalho e vida, que se desenvolvem no impulso dado pelo braço exercitado do europeu e pelo emulo braço do patrício nosso.
As ferras rugiam, denotando cólera mortífera; as máquinas das serrarias surgem denotando paz, vida e progresso.
Estende-se a agricultura.
Os soberbos pinheirais que se ostentam majestosos, nos capões, na serra e que ontem, ainda, só lhes era aproveitado o fruto como alimentação; as alterosas cabriúvas e outras madeiras de lei, que apenas serviam como lenha e para a construção da tosca choupana do gaúcho - hoje, pelos dentes das serras, são transformadas em objetos de alto valor e utilidade.
Aumenta por toda parte o nível do bem estar.
E é vasto o nosso campo.
Que nos falta, pois para figurarmos no concerto da belíssima conexão municipal do nosso heróico e glorioso Estado?
Uma única coisa:
SE EMANCIPAR E VILAR CARAZINHO.
E esta é uma idéia que já está fortemente incrementada na alma popular do nosso Distrito, criar o "VILAMENTO DE CARAZINHO".
Apenas concebida e manifestada por um modesto visionário - o coração comum foi o seu ninho.
Dá-se a gestação de um feliz acontecimento ... Aplainamos-lhe a senda.
Idéia filha da necessidade, não pode ser considerado simples utopia; é inevitável a sua realidade.
Carazinho, pois precisa emancipar-se.
Primeiro, porque, tendo vida própria, como de fato a tem, pode viver independente; segundo, porque parte de seus habitantes já estão aptos para governá-lo para o seu engrandecimento; terceiro, porque estes se considerariam negligentes, se, vendo que uma feliz estrada lhes é franqueada pelo evoluir dos acontecimentos, deixassem de segui-la, em demanda da felicidade.
Seria uma inércia condenável, por que VILAR CARAZINHO,é um dever que nos está imposto pelas nossas próprias circunstâncias.
Tudo nos diz que é chegado o tempo de nossa emancipação.
A vida que pulula em todos os ramos, como que pedindo um pugilômetro; a civilização, como que já escarnecendo de nós, o progresso, como que pedindo mais degraus de escada; a nossa consciência bradando contra nossa incúria.
Auxiliemos a vida, satisfaçamos as exigências da civilização; alarguemos a esfera para a expansão do progresso, cumpramos o nosso dever, sejamos patriotas, pois para que consigamos resultados, vai depender da nossa iniciativa.

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Dando prosseguimento as nossas pesquisas, constatamos que o senhor, Carlos Michelini, filho do comerciante Amadeo Michelini somente vislumbrava o desenvolvimento da agricultura e da pecuária se os produtores se unissem em uma associação de classe, para a equação dos problemas comuns, assim já antes da emancipação havia uma idéia latente de uma agremiação em torno de um objetivo maior.
No memorial enviado ao Presidente do Jogos Estado General Flores da Cunha, em que constavam as potencialidades do município emergente, era enfatizada como fator preponderante a madeira, de cuja atividade 150 serrarias ocupavam cerca de 3.000 operários.
Afirmava-se no documento, que no ano de 1929, Carazinho, São Bento e Pinheiro Marcado conduziram pela ferrovia 4.405 toneladas de madeira bruta e aplainada e que enquanto o Estado produzira no mesmo ano 200.700 toneladas de madeiras, Carazinho contribuíra com 50.405 toneladas, ou seja mais de uma quarta parte.
O memorial apresentava também a produção agrícola-safra 1927/1928.

ESPÉCIE ÁREA PLANTADA QUANTIDADE PRODUÇÃO

Milho 17.200 há. 38.000 ton.
Mandioca 925 há 3.240 ton.
Arroz 400 há 600 ton.
Feijão 2.700 há 3.000 ton.
Alfafa 500 há 1.530 ton.
Lentilha 34 há 89 ton.
Trigo 775 há 930 ton.
Cana 60 há 48 ton.
Fumo 200 há 112 ton.
Cebola 12 há 72 ton.
Amendoim 48 há 192 ton.
Uva 118 há 260 ton.
" Erva Mate " 500 ton.

Foi neste exato momento de transição que surgiu a "ASSOCIAÇÃO AGRÍCOLA PASTORIL", liderada por CARLOS MICHELINI e outra pessoa de espírito altruístico e grande visão que era SANTIAGO MATIOTTI.
Os dois ilustres carazinhenses visavam com a associação, principalmente, a manutenção da bacia leiteira, através de um maior cuidado para com as vacas e os terneiros.
Em princípio a maioria dos produtores de leite aderiram a nova agremiação, porém não de uma forma ordenada, pois não houve registro preciso da Associação, tampouco lavratura de atas ou sequer abertura de livros.
Segundo informações, pois na época não havia jornal na localidade, teria sido estipulada uma pequena contribuição mensal, a qual não era paga e nem cobrada pelos abnegados dirigentes.
Conta-se também, que tanto Michelini como Matiotti eram incansáveis e continuavam a atender os criadores a qualquer hora do dia ou da noite, alcançando as mercadorias a preços praticamente de custo, tanto vacina como outros medicamentos necessários ao gado, vacina esta, que se destinava a imunizar o gado contra o carbúnculo, e posteriormente contra a febre aftosa.
Em 24 de janeiro de 1931, o então interventor federal no Estado, Gal. Flores da Cunha baixou decreto nº 1707 emancipando o município, concretizando-se assim uma aspiração de mais de vinte anos.
Posteriormente, em 24 de fevereiro de 1931, chegava a igreja católica o Dr. Homero Guerra, Prefeito nomeado pelo interventor do Estado.
No mesmo ano, em 20 de novembro de 1931, a Federação das Associações Rurais do Rio Grande do Sul - FARSUL, promoveu sob o patrocínio do General Interventor Federal uma grande exposição Industrial, Agrícola e Pastoril em Porto Alegre e, Carazinho já na qualidade de município pujante tomou parte.
Os prêmios conquistados pelos expositores conforme dados coletados, foram os seguintes:
Primeiros prêmios: Arroz, Sr. José Dalla Nora, distinção, premiado com um "Moinho Pilter"; Feijão e Manteiga, Sr. Alexandre Gobbi, premiado com uma grade Pilter de 08 discos; Lentilha, Sr. João Ecker, distinção, premiado com um debulhador de milho pequeno. 3º Premio: Arroz com casca, Sr.José Gobbi, distinção, premiado com um debulhador de milho.
Segundos prêmios: Farinha de milho, Senhor Fernando Bratz e Fernando Branks. Milho colônia, Sr. Alexandre Gobbi.
Terceiros prêmios: Farinha de mandioca: Srs. Constantino Vieira e Menna Barreto.
Menção Honrosa: Semente de linhaça Ltda. Germânia; Arroz com casca, Sr. Clemente Mânica; Amendoim Serrano, Sr. Alexandre Gobbi; Feijão Preto, Sr. Alexandre Gobbi e Graspa, Sr. Alexandre Gobbi.
Seção de couros: Mombelli & Cia.
O município de Carazinho, conforme visto, auferiu diversos prêmios o que bem evidenciou o aperfeiçoamento de sua agricultura e comércio.
O relatório do movimento da Viação Férrea, no ano de 1932, acumulou notável resultado.
Foram expedidos 1.844 vagões de produtos carazinhenses com 51.555 toneladas, aparecendo em primeiro lugar à madeira bruta com 1.189 vagões com 35.670 toneladas; 130 vagões de madeira aplainada, com 3.900 toneladas; 217 vagões de taboinhas para caixas, com 4.300 toneladas; 132 vagões de banha com 4.480 toneladas; 96 vagões com cereais pesando 1.920 toneladas e 80 vagões com outros produtos, com 1.245 toneladas.
Em novembro de 1932, os Srs. Ramos & Cia., Laureano Sehn & Cia., Fioravante Barleze, Arno F. Decker e Luiz Felipe Graeff, tomaram a si a feliz iniciativa de promover a fundação da "Liga de Defesa dos Produtores de Banha", a qual posteriormente se irradiaria aos demais municípios produtores de banha.
Determinou essa iniciativa as constantes reclamações contra a maneira com que os comerciantes intermediários e os colonos em geral eram tratados pela refinaria local, filiada ao Sindicato da Banha.
No número dos que aderiram a "Liga" achava-se a União Colonial representada pelo seu Presidente Sr. Guilherme Schmaedecke, cuja adesão era uma das mais valiosas.
Os iniciadores da fundação da liga e mais o Sr. Osório Meyrer, cogitaram também organizar uma "Cooperativa dos Produtores de Banha", com o fim de construir na vila uma refinaria modelo, sistema frigorífico, que seria incorporada com capitais dos próprios produtores desse produto que é uma das maiores fontes de riqueza de Carazinho, pois a sua produção se elevava a cerca de 5.000 toneladas anualmente.
A refinaria teria a produção diária de 20 toneladas.
As ações da "Cooperativa seriam de 200 mil réis, cujo valor seria integralizado em 10 prestações mensais, sendo que não se permitiria subscrever importância maior de 10.000$000 para evitar o monopólio.
Após 1933, Carazinho iniciou um surto de desenvolvimento extraordinário, conquistando uma posição destacada no Estado, tanto na agricultura como na pecuária.
Em 1937, o município possuía os seguintes estabelecimentos ligados à atividade primária:
Alambiques .................. 18
Atafonas ....................... 64
Moinhos ........................ 36
Serrarias ...................... 145
Além dos 263 estabelecimentos acima, este produzia no setor agrícola: Milho, batata, arroz, trigo, feijão, cebola, amendoim, fumo, alfafa, lentilha, laranja e uva.
Na pecuária, seu rebanho apresentava os seguintes números:
Bovinos ........................ 43.000 cabeças
Eqüinos ........................ 11.000 cabeças
Ovinos .......................... 40.000 cabeças
Muares ......................... 6.000 cabeças
Suínos .......................... 38.000 cabeças
Carazinho, produzia em grande escala, banha, achando-se instalado no município, uma das maiores refinarias do estado. Também era grande exportador de madeiras, constituindo, com a banha, a principal fonte de riqueza.
Foi neste ano de 1937 que se deu início a história do Sindicato Rural de Carazinho, quando um grupo de pecuaristas, preocupados com as dificuldades que encontravam, resolveram fundar uma Associação de Classe, tendo a frente Carlos Michelini, a mesma pessoa que já há alguns anos havia formado a "Associação Agrícola Pastoril".
Iniciativa de grande importância para o município, foi à fundação da "Associação Rural de Carazinho", no ano de 1939. Esta entidade tinha como sua grande preocupação manter unida a classe dos pecuaristas, providenciar para que não faltassem remédios, vacinas contra o carbúnculo, febre aftosa, e outros insumos necessários aos criadores, pois na época não havia nenhum apoio ou influência governamental.
Durante vários exercícios, que começaram no ano de 1939, CARLOS MICHELINI alternou-se na presidência com SANTIAGO MATIOTTI e ambos conduziam a entidade com o maior desvelo, dedicando especial atenção a pecuária e principalmente com o abastecimento do leite.

Em meados de 1948, ninguém acreditava que Carazinho pudesse com seus campos cheios de barba de bode, com terra fraca e com uma grande porcentagem de areia, desenvolver a plantação do trigo, até então modesta.
Contudo, um grande idealista, com muita coragem e fé na terra dadivosa e boa, meteu o arado, rasgando a terra e nela lançando o trigo.
O primeiro trator roncou como rei das paragens.
Tudo era deficiente e empreender era deveras perigoso. Mas veio a colheita e o que aconteceu foi quase um milagre para os incrédulos que acorreram as centenas para ver de perto a transformação que então se operou nos verdejantes campos. Este homem idealista e empreendedor foi LAUREANO SEHN, há quem muito deve Carazinho, pois a partir deste momento, foi inaugurada uma nova era de prosperidade.
Daí em diante tudo foi mais fácil. O exemplo estava dado. O trigo cor de ouro nas Campinas encheu de coragem a um e outro e à medida que os anos se passaram, centenas de novos empreendimentos surgiram e coragem não faltou mais para ninguém.
Laureano Sehn, merece, por conseguinte as honras de pioneiro da cultura mecanizada em terras de campo em nosso município.
Com o marco do início da lavoura mecanizada, também a ASSOCIAÇÃO RURAL DE CARAZINHO, adaptou-se a nova realidade.
Até então, não obstante o desvelo dedicado à entidade por seus dedicados dirigentes, ela era conduzida de uma maneira informal, não havia rigorosos registros dos atos e fatos, não havia um controle rígido de seus componentes, pois a maioria de seus associados eram modestos agricultores, singelos leiteiros e pecuaristas, que mesmo possuidores de extensas áreas de pastagens, criavam seu gado em pastagens nativas sem uma produtividade significativa.
A realidade, entretanto, passava a ser outra, as terras começavam a se valorizar, o homem do campo passava a ser respeitado por sua importância de fornecedor de alimentos a uma humanidade emergente de uma grande guerra, que mudava o destino da civilização.
Foi decidido manter registros formais e escritos da associação para acolher novos sócios que entusiasmados com o ciclo tritícola diversificavam suas atividades econômicas.
Face ao exposto, passamos a registrar os diferentes passos que antecederam a criação do SINDICATO RURAL DE CARAZINHO.

 

1. - A ASSOCIAÇÃO RURAL DE CARAZINHO, teve a sua primeira reunião registrada em Ata nº1, realizada em 13 de dezembro de 1948 às 20:00 horas com a presença dos senhores: SANTIAGO MATIOTTI, OLMIRO RAMOS e SALVADOR DE SOUZA LEAL, foram aprovadas por indicação do senhor OLMIRO RAMOS, as propostas de sócios dos senhores: J. ALFREDO HARTMANN, ATTY SILVEIRA, ODORICO R. SILVEIRA, OTACÍLIO DA SILVEIRA, SAUL LIMA DE MESQUITA, EDMUNDO WEBER, DARCY PLENTZ E JOSÉ ALVES XAVIER. Também foi aprovada a proposta do senhor MARTIN HAHN, apresentada pelo senhor CANDEROY PINTO LIMA.
Nesta reunião, foi constituída uma comissão composta pelos senhores OLMIRO RAMOS, SANTIAGO MATIOTTI e SALVADOR DE SOUZA LEAL, para aprovação das despesas feitas com as adaptações realizadas na sede da ASSOCIAÇÃO RURAL DE CARAZINHO.
Pelo que podemos ver, nesta data, começou a tomar forma e força a Associação Rural de Carazinho.
A Associação passou a reunir-se ordinariamente todas as quartas feiras às 20:00 horas, e tinha como principais atividades, o estabelecer o preço do leite, a aquisição de remédios para uso veterinário e artigos de valor para a classe (Ata nº2 de 22/12/1948). Também nesta reunião ficou definido e solicitado um pequeno empréstimo aos associados, para fazer frente a estas aquisições. A Associação Rural, também se fez representar na Prefeitura Municipal, através de seus sócios, nas seguintes comissões: De preços e abastecimento, do leite e da carne verde.
Quando das reuniões que antecederam a constituição da Diretoria, esta teve como coordenador das reuniões, o senhor SANTIAGO MATIOTTI e como colaboradores, os senhores OLMIRO RAMOS e SALVADOR DE SOUZA LEAL.
Em função de compromissos os quais inviabilizaram a participação do senhor SANTIAGO MATIOTTI as reuniões, assumiu em caráter permanente a presidência da Associação o senhor OLMIRO RAMOS.
Aos três dias do mês de outubro de 1949, na sede da Associação Rural de Carazinho, em Assembléia Geral, reuniram-se os associados para a discussão e aprovação dos estatutos da Associação estando presentes os seguintes associados: SANTIAGO MATIOTTI, OLMIRO RAMOS, HÉLIO ROSADO LOPES, SALVADOR DE SOUZA LEAL, ODORICO SILVEIRA, AFONSO SCARTON, OLÍVIO AMARAL, PÉRCIO MACHADO, MÉRCIO VARGAS e CANDEROY PINTO LIMA. Ficou estabelecido que o atual mandato se estenderia até o final de dezembro de 1949, tendo em vista que os mandatos de acordo com o estatuto teriam seu período de gestão de janeiro a janeiro para a Diretoria Eleita.
Em dez de outubro de 1949, reuniram-se os sócios para elegerem a nova Diretoria, para o período de 1949 a 1952, (ata nº 8) de conformidade com os estatutos em que foram eleitos os seguintes associados: Presidente - PERY SAMPAIO DE PÁDUA com 19 votos e Dr. HOMERO GUERRA 02 votos; 1º Vice Presidente - RAYMUNDO NEDEL 19 votos e CAMILO SCHERER 02 votos; 2º Vice Presidente - OLÍVIO AMARAL e SILVA, 21 votos; 1º Secretário - DARCY PLENTZ com 19 votos, Dr. TRANQUILO PAULO GOBBI com 21 votos e VALDOMIRO GRAEFF com 02 votos; 1º Tesoureiro ODORICO SILVEIRA com 18 votos e HÉLIO R. LOPES, 03 votos, 2º Tesoureiro - FELISBERTO BARLETE, 21 votos. Oradores - Dr. DELMO HUSEN 21 votos, Dr. WALTER GRAEFF com 02 votos. Conselho Fiscal - HELIO R. LOPES, 12 votos, JOSÉ ROCKEMBACH, 21 votos; AFONSO SCARTON - 19 votos, SEBASTIÃO OLEGÁRIO HAEFFNER, 19 votos; SALVADOR DE SOUZA LEAL, 19 votos; CARLOS MICHILINI, 02 votos; EDUARDO GRAEFF 02 votos; SANTIAGO MATIOTTI, 02 votos; PERCI MACHADO, 02 votos; ODORICO SILVEIRA, 02 votos. Suplentes do Conselho Fiscal: HENRIQUE PACHECO, 19 votos; ANTONIO R. SILVEIRA, 19 votos; J. ALFREDO HARTMANN, 21 votos; GERMANO NAPP, 19 votos; ERNESTO ROCHA DE QUADROS 02 votos; AMADEO GOBBI, 02 votos; REYNOLDO NAPP, 02 votos; AFFONSO SCARTON, 02 votos; ficando para o dia 16 de outubro de 1949 a posse da nova diretoria ( ata nº 8).

"OBS. NO PERÍODO DE 16 DE OUTUBRO DE 1949 A 12 DE FEVEREIRO DE 1953, NÃO EXISTE REGISTRO DE NENHUMA ATA, O QUE CRIA DÚVIDAS A RESPEITO DE QUEM PRESIDIU A ASSOCIAÇÃO. CONCLUIMOS, TER SIDO O SR. PERY SAMPAIO DE PÁDUA . ( 10.10.1949 a 12.02.1953)".

 

Ata nº 10 - Aos 12 dias do mês de fevereiro de 1953 às 20:00 horas, reuniram-se em Sessão de Assembléia Geral os associados para eleição da nova diretoria para reger a ASSOCIAÇÃO pelo período de um ano e cujo resultado foi o seguinte: Presidente de Honra: DANIEL FARACO; Presidente - RAYMUNDO GUILHERME KLOECKNER; 1º Vice-Presidente, SANTIAGO MATIOTTI, 2º Vice-Presidente, ROMEU SCHEIBE; 1º Secretário, MARINO HECH; 2º Secretário, GALENO VARGAS MATIOTTI; 1º Tesoureiro, ERNESTO MARTINS DA CRUZ; 2º Tesoureiro, NILO BRANDA; Orador, J. RAYMUNDO NEDEL; Conselho Fiscal, OLÍVIO AMARAL, Dr. HOMERO GUERRA, VITERBO SILVEIRA e ACÁCIO A. GOMES. Suplentes: JOSÉ ROCHEMBACK, ANTONIO BARLETO, ALFREDO BRATZ, LAURO MATTE e HENRIQUE PACHECO.
"A Associação nesta ocasião teve como sede o prédio da firma EMPÓRIO MERCANTIL CARAZINHENSE, sito a Avenida Flores da Cunha esquina com a rua Alexandre da Motta, mediante o pagamento de Cr$ 250,00 de aluguel por mês".
Após a eleição, a antiga diretoria até então presidida pelo senhor PERY SAMPAIO DE PÁDUA, entregou os devidos cargos.
Tomando então a palavra, o novo presidente RAYMUNDO GUILHERME KLOECKNER, colocou a palavra a disposição dos presentes para quem dela quisesse fazer uso, o que foi feito pelo orador oficial.
Encerando os trabalhos, convocou aos presentes para comparecerem no próximo domingo, 26 de fevereiro de 1953 às nove horas, onde deverão ser aprovados os Estatutos da Associação.
No mês de abril de 1953, a Associação Rural, já sob a Presidência de RAYMUNDO GUILHERME KLOECKNER a qual contava em seu âmbito com destacadas personalidades do mundo agrícola e rural de Carazinho, realizou importante reunião, ocasião em que foram introduzidas alterações no Estatuto que, por serem de ordem doméstica muito influíram na perfeita colimação de seus objetivos.
Uma das mais significativas e oportunas decisões da atual e operosa diretoria da entidade, seria sem dúvida, a instalação dentro em breve de NÚCLEOS DA ASSOCIAÇÃO, nos Distritos de Pinheiro Marcado, Tamandaré e no então Sub - Distrito de São Bento, o que deveria se suceder com relação aos demais núcleos populosos do município.
A Entidade sempre ressaltou as vantagens que proporcionava aos seus associados e convidava aos ruralistas para que se associassem tornando assim a Associação cada vez mais forte.
Neste mês, também, outra decisão muito importante, que foi a da realização de suas reuniões aos domingos o que viria permitir a presença da maioria dos seus associados.

RECONHECIDA A ASSOCIAÇÃO RURAL

A Associação Rural de Carazinho,teve o seu reconhecimento e registro feito pelo Ministério da Agricultura, que baixou a seguinte portaria.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA
Portaria nº 890 de 10 de junho de 1953
O Ministro de Estado dos Negócios da Agricultura, de acordo com o artigo 25 do regulamento aprovado pelo Decreto nº 19.882, de 24 de outubro de 1945, resolve reconhecer a Associação Rural de Carazinho, com sede em Carazinho, Estado do Rio Grande do Sul, registrada sob nº 736, série AR, na Seção de Pesquisas Econômicas e Sociais do serviço de Economia Rural, outorgando-lhe todos os direitos e prerrogativas estabelecidas no Decreto Lei nº 8.127, de 24 de outubro de 1945, que dispõe sobre a organização da vida brasileira.

Ata nº 35 - Em 1º de fevereiro de 1954 em ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA , foi realizada a eleição da nova diretoria da ASSOCIAÇÃO RURAL, ficando a mesma assim constituída:
- Pres. De Honra DANIEL FARACO ( Deputado Federal) 21 votos
- Presidente: RAYMUNDO GUILHERME KLOCKNER 20 votos
- 1º Vice Pres. ANTONIO BARLETTO 21 votos
- 2º Vice Pres. ROMEU SCHEIBE 21 votos
- 1º Secretário Dr. MARINO HECH 21 votos
- 2º Secretário GUILHERME GOBBI 20 votos
- 1º Tesoureiro ERNESTO MARTINS DA CRUZ 20 votos
- 2º Tesoureiro OTTOMAR ZERWES 20 votos

A POSSE FOI REALIZADA EM 8 DE MARÇO DE 1954.

"4ª Festa Nacional do Trigo de 23 a 25 de outubro DE 1954 - ata nº 41".

IV FESTA NACIONAL DO TRIGO


A IV Festa Nacional do Trigo, realizada de 23 a 25 de outubro de 1954 em Carazinho, teve alguns fatos ocorridos que são muito importantes de registrar e de colocar a comunidade, os quais relacionamos a seguir:
Foi formada uma Comissão Executiva da IV Festa Nacional do Trigo, que veio a tornar público o resultado do julgamento dos diversos concursos realizados. Esta teve como Presidente o senhor ERNESTO JOSÉ ANNONI e como Secretário Geral, o senhor EUCLÉSIO DE BORTOLI, sendo que este resultado veiculou no jornal "O NOTICIOSO", em 04 de novembro de 1954, cujo texto transcrevemos integralmente:

CONCURSO DE SEMENTES DE TRIGO

Campeão. Fontana - Branislau Czanobai - Erechim
1º prêmio < Colonies> Gaúcha Cerealista Ltda - Carazinho
1º prêmio < Trintani > Gaúcha Cerealista Ltda - Carazinho
1º prêmio < Frontana > Gaúcha Cerealista Ltda - Carazinho

CONCURSO DE ESPIGAS DE TRIGO

Variedade Frontana:
Campeão: Ervino Czanobai - Erechim
1º prêmio - Nelson Sehn - Carazinho
2º prêmio - Olivério N. da Silva - Carazinho
3º prêmio - Granja Julieta - Carazinho
Menções Honrosas:
Domingos Sechi - Corbélia - Paraná
Raymundo Guilherme Kloeckner - Palmeira das Missões
Eugênio C. Gomes - Sarandi
Variedade Bagé:
Campeão: Dino Seco - Bagé
Menção Honrosa: Reinaldo Hoerle - Cachoeira do Sul
Variedade Colônias:
Campeão: Lauro Machado e Filhos - Carazinho
1º premio - Granja Annoni (Sarandi) - Carazinho
2º premio - J. Raymundo Nedel - Carazinho
Variedade Trintani:
Campeão: Granja Nilmar - Carazinho
1º premio - Schmiedt & Silva - Carazinho
2º premio - Granja Minhoca - Carazinho
Menção Honrosa: João B. Azevedo - Carazinho

Comissão Julgadora:
Ivar Beckmann
Telmo Amado
Dercy Abreu

JULGAMENTO DE AMOSTRAS DE MILHO EM ESPIGA
1º lugar - J. Raymundo Nedel - Carazinho
2º lugar - Granja Sonia - Carazinho
3º lugar - Bruno Lauxen - Carazinho
Menção Honrosa: - Antonio A. Graeff Fºs - Não Me Toque/Carazinho
JULGAMENTO DE MILHO
Milho Amarelo Mole - 1º lugar: J. Raymundo Nedel
2º lugar: Granja Sonia
Milho Semiduro Campeão: Antônio A. Graeff e Fºs
JULGAMENTO DE ARROZ EM GRÃO
1º premio - Pedro Weber - Coqueiros/Carazinho

Carazinho, 25 de outubro de 1954
Iwar Beckmann

COMISSÃO JULGADORA DO GADO DE CORTE
A Comissão Julgadora das raças de gado de corte, que concorreram a prêmios na II Exposição Agropecuária e Industrial do Município de Carazinho, realizada de 23 a 25 de outubro, resolve conferir os seguintes prêmios;

RAÇA CHAROLES
1º prêmio > 1ª categoria puro de pedigree - Masculino
Achiles Jacques Ferandes - Lagoa Vermelha - com , Reg.HBB. 1018
1º prêmio > 3ª categoria puro de pedigree - Masculino
Darcy Kurtz - Palmeira das Missões - com , Reg. HBB. 799
1º prêmio > 3ª categoria puro de pedigree - Masculino
Dary Kurtz - Palmeira das Missões - com - Reg. HBB. 899


RAÇA DEVON
1º prêmio - 3ª categoria puro de pedigree - Masculino
Argentino Barrreto da Costa - Lagoa Vermelha - com BALLIHOOD 68> - HBB. 419 - CAMPEÃO DA RAÇA
2º prêmio - 3ª categoria pura de pedigree - Masculino
Antonio Hoffmann de Mello > Lagoa Vermelha - com
1º prêmio - 4ª categoria puro de pedigree - Masculino
Fermino Jaques - Lagoa Vermelha - com
2º prêmio - 4ª categoria puro de pedigree - Masculino
Reinaldo Cherubini - Lagoa Vermelha com
3º prêmio - 4ª categoria puro de pedigree - Masculino
Antonio Jaques - com PAQUESTS RED ROVER JAWEL > 20 HBB.12839

PUROS POR CRUZA COM REGISTRO

1º prêmio - 3ª categoria fêmea - Reinaldo Cherubini - com - Lagoa Vermelha
1º prêmio - 3ª categoria masculino - Amentino Barreto da Costa - Lagoa Vermelha - com Cert. 2010.
2º prêmio - 3ª categoria masculino - Fermino Jaques - Lagoa Vermelha > com NALLIHOOD 798.

PUROS POR CRUZA SEM REGISTRO

1º prêmio - 2ª categoria puro por cruza sem registro masculino Antonio Hoffmann de Mello - Lagoa Vermelha com - Cert. nº. 3.
2º prêmio - 2ª categoria puro por cruza sem registro masculino Antonio Hoffmann de Mello - Lagoa Vermelha com - Cert. nº. 2.
2º prêmio - 2ª categoria puro por cruza sem registro fêmea Antonio Hoffmann de Mello - Lagoa Vermelha > com FORMOSA.

PUROS POR CRUZA SEM DOCUMENTOS

1º prêmio - 5ª categoria puro por cruza sem documento masculino Juiz Antônio Nunes da Silva - Lagoa Vermelha

CONCURSO DE ANIMAIS GORDOS

1º prêmio - Antonio Hoffmann de Mello > um terno de três vacas - Lagoa Vermelha - Devon
1º prêmio - Reinaldo Cherubini > um terno de três vacas - Lagoa Vermelha - um bovino - Devon.
Dr. Bento Pires Dias e Dr. Juvenal Dias Costa
.
LAUDO DA EXPOSICAO DE GADO LEITEIRO

Ângelo Pascotini - Santo Ângelo
1º Lugar com um touro Jersey < CASTOR BORORÓ > Paraíso de Belém com 11 meses.
1º Lugar e Campeão da Raça - um bovino Jersey, .
1º Lugar na categoria - um bovino Jersey.
2º Lugar na categoria - um bovino
Jersey.
2º Lugar na categoria - um bovino < DIOGENES DE BELÉM > Jersey.
Menção Honrosa - um bovino < CAMAQUAM> Bororó Paraíso de Belém - Idem.
3º Lugar na categoria - um bovino Jersey.
Wllhelmus Hubers Brouwers - Não-Me-Toque.


GADO HOLANDES

1º Lugar na categoria - 1 terneiro
2º Lugar na categoria - 1 bezerro < HERBERS BERNARDO>
Augusto Aler - Carazinho
Crioulo Jersey
Menção Honrosa - um reprodutor com 5 ½ anos. Guilherme Augustin - Não-Me-Toque.
1º Lugar - uma terneira beleza - Holandesa.
Menção Honrosa - uma vaca Jersey - 3 ½ anos.
Menção Honrosa - um terneiro - Minuano-mestiço.
Joanes Jensen - Não-Me-Toque.
Menção Honrosa - pela apresentação de animais da raça holandesa.
Joaquim Antonio Ribeiro - Carazinho.
Menção Honrosa - 2 vacas holandesas.
Aristides Hoffmann Irmãos - Lagoa Vermelha.
1º Lugar e Campeão da Raça < MARACATÚ - VME> 3 holandês.
2º Lugar > ROCHA GELF <
2º Lugar na categoria < ROCHA FRIJNTEXLIV > holandês.
1º Lugar e Campeão da Raça < ROCHA FLORA > holandesa.
José Rochembach - Menção Honrosa - exp. De gado holandês.
Ivo Rochembach - Menção Honrosa - exp. De gado holandês.
Instituto Educacional - Passo Fundo.
3º Prêmio < ÍNDIO PONCHE VERDE>

IV FESTA NACIONAL DO TRIGO

JULGAMENTO DA EXPOSICAO DE SUINOS

III - Suínos

A - Raças Exóticas

1º Lugar - Antônio A. Graeff Filhos
2º Lugar - Granja Serrana
3º Lugar - Antônio A. Graeff Filhos

B - Raças Nacionais

1º Lugar - Acácio Gomes
2º Lugar - Acácio Gomes

C - Conjuntos

1º Lugar - Acácio Gomes com o conjunto piau
Lauro Machado com conjunto Hempeshire
Dr. Ataídes Conceição Osório com conjunto Durock
Granja Serrana com conjunto Durock
Concurso de Peso: Juvenato de Fátima
Carazinho, 25 de outubro de 1954
Maurício Hanciau


OUTROS ANIMAIS EXPOSTOS

Premiados com diploma de < Colaboração> Constantino Susin - Bela Vista - Passo fundo - casais de perús.
Ery Augusto de Brito - Carazinho - um frango.
José Rochembach - Carazinho - galinha Plimouth.
Granja Piereto - Eleotério João de Bortoli - galinhas Newhanshire e Plimouth.
Granja Weber - de Weber e Weber - galinhas Newhanshire.
Wilson Nunes - um cão - Carazinho.
Antonio Boranga - um cão - Carazinho.
Hilário de Nicoló - Tamandaré - 1 casal de capivaras.
Herbert Vogt - uma capivara - Carazinho.
João Mello Silveira - um veado.
Patronato Santo Antonio - aves.

EQÜINOS

Pedro Mariano Sobrinho - Carazinho.
1º Lugar na categoria < PECHERON> - bagual
José Soares do Amaral - Carazinho.
1º Lugar na categoria Potrilho < BRINQUEDO>- bagual
Jovino Ribas - Santo Antônio do Planalto.
Menção Honrosa, um cavalo crioulo
Nestor Ribeiro Barlette - Fazenda rio da Várzea
Menção Honrosa - uma potranca.

ATA DE JULGAMENTO

Aos vinte dias do mês de outubro de mil novecentos e cinqüenta e quatro, na cidade de Carazinho a Comissão abaixo firmada, designada pelo Comissariado Geral da IV Festa Nacional do Trigo, para II Exposição Agropecuária e Industrial de Carazinho, em que teve o seguinte laudo:
1 - Fritz e Cia. Ltda. - Carazinho-RS. Fundição e Fábrica de máquinas diversas. Diploma de medalha de ouro com menção especial.
2 - Oscar Schardong e Cia. Ltda. - Carazinho-RS. Fábrica de dínamos e de coletores - mecânica de precisão. Diploma medalha de ouro com menção especial.
3 - Bruno Zeiddler - Carazinho-RS. Fábrica de máquinas de lavar roupa. Diploma de medalha de ouro.
4 - Industrial Mecânica - Carazinho Ltda. RS. Fábrica de máquinas industriais. Diploma de medalha de ouro.
5 - Ermindo Wandscheer - Carazinho Ltda. RS. Fábrica de máquinas para recauchutagem e vulcanização. Diploma de medalha de ouro.
6 - A. Kirinus e Filhos - Não-Me-Toque / Carazinho - Fábrica de móveis para hospitais e lavadeiras elétricas. Diploma de medalha de ouro com menção especial.
7 - Indústrias de camas Carazinhenses Ltda. - Carazinho-RS. Fábrica de camas com lastro de cinta elástica. Diploma de medalha de ouro.
8 - Máquinas Marek Ltda. - Carazinho-RS. Fábrica de máquinas de uso agrícola. Diploma de medalha de ouro.
9 - Adir Della Senta - Carazinho-RS. Modelo de Plantadeira mecânica. Diploma de medalha de prata.
10 - Oscar Menna Barreto - Carazinho-RS. Modelo de Plantadeira mecânica. Diploma de medalha de prata.
11 - Ernesto Rehn - Panambi-RS. Fábrica de trilhadeiras. Diploma de medalha de ouro.
12 - Ângelo Bonetto - Cachoeira do Sul -RS . Fábrica de trilhadeiras. Diploma de medalha de ouro.
13 - Ricardo J. Marcolin - Passo Fundo-RS. Ferraria e fábrica de ferramentas agrícolas. Diploma de medalha de ouro.
14 - Indústria e Comércio de refrigeração, Cruzeiro do Sul Ltda. - Marcelino Ramos - Fábrica de Refrigeradores. Diploma de medalha de ouro.
15 - Metalúrgica Ibirubá - Cruz Alta -RS. Fábrica de máquinas de indústria cerâmica. Diploma de medalha de ouro.
16 - Caetano Branco e Filhos, - Joaçaba - SC. Fábrica de trilhadeiras e motores para as mesmas. Diploma de medalha de ouro.
17 - Fabrício Lindner Cia Ltda. - Joaçaba-SC . Fábrica de máquinas de uso agrícola Diploma de medalha de ouro.
18 - Reimmann e Cia. Ltda. - São Paulo - Máquinas para beneficiamento de madeiras. Diploma de medalha de ouro.
19 - Stobaus e Cia. Ltda. - Ijui-RS. Fábrica de máquinas e aparelhos de uso agrícolas. Diploma de medalha de ouro.
20 - Aita Silva e Cia. Ltda. - Carazinho-RS. Moagem de Trigo. Diploma de medalha de ouro.
21 - Frigorífico Nacional Sul Riograndense Carazinho - RS. Conservas em geral. Diploma de medalha de ouro.
22 - Feculeira São Miguel Ltda. - Carazinho-RS. Fábrica de amido e sagu. Diploma de medalha de ouro.
23 - Fecularia Santo Antônio - Carazinho-RS. Fábrica de raspa. Diploma de medalha de ouro.
24 - Gaúcha Cerealista Ltda. Carazinho-RS. Ração e Farinhas - Cereais. Diploma de Medalha de Ouro.
25 - Moinho Coqueiros - Carazinho-RS. Erva mate. Diploma de medalha de ouro.
26 - Albino Kipper e Cia. Ltda. - Carazinho-RS. Indústria de Erva mate. Diploma de medalha de ouro.
27 - Secretaria Agrícola Palmito Ltda. - Carazinho-RS. Produção Agrícola. Diploma de medalha de ouro.
28 - Waldielava Bediziaski - Cochinho - Carazinho-RS. Lacticínios, queijos. Diploma de medalha de ouro.
29 - Natalino Rech - Carazinho-RS. Fábrica de bebidas. Diploma de Ouro.
30 - Mombeli e Cia. Tapera - Carazinho - Curtume, peles e fabricação. Diploma de medalha de ouro com menção especial.
31 - Geral artefatos Papelão e Couro Ltda. Carazinho-RS Diploma de medalha de ouro.
32 - Barleze e Cia. Ltda. Carazinho-RS. Fábrica de papelão. Diploma de medalha de ouro.
33 - Dr. Homero Guerra - Carazinho-RS. Pasta mecânica e papelão. Diploma de medalha de ouro.
34 - David Creidy e Cia. Ltda. - Carazinho-RS. Fábrica Cegonha de roupas para crianças. Diploma de medalha de ouro.
35 - Madeireira Carazinhense Ltda. Carazinho-RS. Tornearia e Madeiras. Diploma de medalha de ouro.
36 - Madereira Carazinhense Ltda. Carazinho. Tornearia e Madeiras. Diploma de medalha de ouro.
37 - Indústria de Papelão Carazinhense Ltda. Carazinho. Pasta Mecânica de papelão. Diploma de medalha de ouro.
38 - Joalheria Kirinus Ltda. Jóias de fabricação. Diploma de medalha de ouro.
39 - Ernesto Rien Carazinho. Marcenaria Fabricação. Diploma de medalha de ouro.
40 - Polidoro Albuquerque de Barros. Aparelho de couro de anta, para cavalo montaria. Diploma de medalha de prata.
41 - João Alves dos Santos - Coqueiros. Carazinho. Guaiaca de couro. Diploma de medalha de prata.
42 - Leopoldo Hilário Weber - Coqueiros - Carazinho. Aparelho de Couro para cavalo, montaria. Diploma de medalha de prata.
43 - Henrique Scotton - Não-Me-Toque. Carazinho. Fábrica de vassouras. Diploma de medalha de prata.
44 - Alberto Hoerlle - Carazinho - Coqueiros Fabricação Espingarda de Segurança para caça. Diploma de medalha de ouro.
45 - Frederico A. Petry - Carazinho - Fábrica de Separadores para Acumuladores. Diploma da medalha de prata.
46 - Patronato Agrícola Santo Antônio - Carazinho - Fábrica de brinquedos. Diploma de medalha de ouro.
47 - S. A. Moinhos Riograndenses - Porto Alegre. Moagem de Trigo e fábrica de rações. Diploma de colaboração.
48 - Moinhos Sarandiense - Sarandi. Moagem de Trigo. Diploma de colaboração.
49 - Gaúcha Cerealista Ltda. Porto Alegre. Moagem de Trigo. Diploma de colaboração.
50 - Maltaria Brahma - Porto Alegre. Mostruários de matérias primas. Diploma de colaboração.
51 - Industrial Renner - Porto Alegre. Manufaturas em geral. Diploma de colaboração.
52 - Laureano Sehn Cia. Ltda. Carazinho - Máquinas Massey Harris. Diploma de colaboração.
53 - Santiago Matiotti e Cia. - Carazinho. Madeiras e fábrica de móveis. Diploma de colaboração.
54 - Melcbers, Prestefelippe e Ltda. Porto Alegre. Máquinas para selecionar cereais. Diploma de colaboração.
55 - Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - SENAI. Trabalhos diversos. Diploma de colaboração.
56 - Helmuth Goltschek - Caí - Tecidos de Confecções. Diploma de colaboração.
57 - Tissian Leipelt e Cia Ltda. Carazinho - Agentes Comercias - Vendas de Jeeps. Diploma de colaboração.
58 - Bronberg Comercial S. A. Porto Alegre. Produtos Diversos. Diploma de colaboração.
59 - Sivam - São Paulo. Minerais iodados. Diploma de colaboração.
60 - Annoni Kipper e Cia. Ltda. - Carazinho. Agência - Veículos para lavoura e tratores. Diploma de colaboração.
61 - Loef e Cia. Ltda. Carazinho. Agente Internacional - peças. Diploma de colaboração.
62 - Petry Kerber e Cia. Ltda. - Carazinho, transportes e comercio de bebidas. Diploma de colaboração.
63 - Companhia Geral de Indústria - Porto Alegre. Fogões e Cozinhas. Diploma de colaboração.
64 - C.E.E.E. - Porto Alegre. Stand. Diploma de colaboração.
65 - Secretaria da Agricultura Indústria e comercio. Porto Alegre, Stand. Diploma de colaboração.
66 - União Carazinhense de Estudantes - Carazinho. Stand. Diploma de colaboração.
67 - ____ e Schimitz Ltda. Carazinho - Comércio de Fumo em corda. Diploma de colaboração.

68 - Cia. Riograndense de Adubos. Porto Alegre Fertilizantes. Diploma de colaboração.
69 - Luchnger Madoerin e Cia. Ltda. Porto Alegre. Fertilizantes. Diploma de colaboração.
70 - Quembrasil - Fertilizantes e produtos veterinários, inseticida. Diploma de colaboração.
71 - Eduardo Secco e Cia. Porto Alegre - Fertilizantes e Formicidas. Diploma de colaboração.
72 - Saldanha Leite e Cia. Carazinho - Fertilizantes Comércio. Diploma de colaboração.
73 - Cia. Industrial de Adubos. Carazinho - Fertilizantes. Diploma de colaboração.
74 - Escola Municipal de Belas Artes - Passo Fundo. Trabalhos manuais e artes aplicadas. Diploma de colaboração.
75 - 7ª Delegação Regional de Ensino - Carazinho. Trabalhos Manuais. Diploma de colaboração.
76 - Ginásio Nossa Senhora Aparecida. Carazinho - Trabalhos Manuais. Diploma de colaboração.
77 - Escola Normal Regional Nossa Senhora da Glória. Trabalhos Manuais. Diploma de colaboração.
78 - Tropas de Escoteiros Minuanos. Stand. Diploma de colaboração.
79 - S. A. Viação Aérea Gaúcha - Carazinho. Stand. Diploma de colaboração.
80 - Bonboniere e Confeitaria Selda. Confeitaria e Panificação. Diploma de colaboração.
81 - ZYF 8 - Radio Carazinho - Carazinho. Radio Difusão. Diploma de colaboração.
82 - Posto Agro Pecuário - Ministério da Agricultura. Sarandi. Fomento Agrícola. Diploma de colaboração.
Oscar J. Schardong - Dr. Álvaro Martins
Dr. Vitor Malmann - Henrique Thormann

RESULTADO DO JULGAMENTO DAS LAVOURAS

Uma comissão composta de funcionários da Secretaria da Agricultura, integrada pelos Drs. Victor Alves Pacheco, Darcy Luzardo de Abreu e Paulo da Silveira Fernandes, procedeu ao julgamento das lavouras inscritas para o concurso organizado como parte integrante da 4ª Festa Nacional do Trigo.
Segundo o parecer apresentado o resultado do julgamento foi o seguinte: Lavouras de tração animal de 10 a 30 hectares, 1° lugar e único concorrente inscrito, o Sr. Jacobus Van Riel, de Não-Me-Toque.
Lavouras mecanizadas, até 200 hectares, 1° lugar Bruno Kissmann e Balduino Roos, de Ogeriz. 2° Lugar Arthur Frenke, em Pinheiro Marcado, de Ogeriz. 3° Lugar Rodrigues e Frenke, também em Pinheiro Marcado.
Lavouras mecanizadas de mais de 200 hectares: 1° lugar, Granja são Bento, do Dr. Athaides Conceição Osório; 2° lugar Granja Jacuizinho, de Armin Gustavo Goelner, em Pinheiro Marcado e 3° lugar Granja Ceres, de Selma Stein, no 1° Distrito.
Todos os demais inscritos em todas as categorias tinham menção honrosa.
Ernesto José Annoni - Presidente
Euclésio Eloy de Bortoli - Secretário


Ata nº 54 - Em 11 de março de 1956, realizou-se a Assembléia Geral Ordinária da Associação Rural, convocada para eleição da nova diretoria, que ficou assim constituída:
- Pres. De Honra: DANIEL FARACO e Dr. HOMERO GUERRA
- Presidente: RAYMUNDO GUILHERME KLOCKNER
- 1º Vice. Pres. - Dr. ATAÍDES CONCEIÇÃO OSÓRIO
- 2º Vice Pres. - Dr. MARINO HECH
- 1º Secretário - ARTHUR MILTON ARNOLD
- 2º Secretário - NELSON SEHN
- 1º Tesoureiro - OTTOMAR ZERWES
- 2º Tesoureiro - ARTUR A. KLOECKNER
- Conselho Fiscal - LAUREANO SEHN e ALFREDO BRATZ
- Sup. Cons. Fiscal - OLMIRO RAMOS, ANTONIO BARLETTE e PEDRO GEHN
- Cons. Consultivo - ERNESTO JOSÉ ANONNI, ARMANDO BARLEZE, ROMEU SCHEIBE, SALVADOR LEAL e AMÉRICO MICHELINI.
- Sup. Cons.Consultivo: Dr. HOMERO GUERRA, GUILHERME GOBBI, ACÁCIO GOMES, GILBERTO MATIOTTI, LAURO WEBER.
- Orador: ODILO GOMES

"A POSSE DA DIRETORIA OCORREU EM 18 DE MARÇO DE 1956".

Ata nº 70 - Em 09.02.1958 , foi marcada a Assembléia Geral para a eleição da nova diretoria a ser realização em 02.03.1958.

Ata nº 71 - ELEIÇÃO DA NOVA DIRETORIA - ASSOCIAÇÃO RURAL (02.03.1958).

- Presidentes de honra : Deputado Federal - DANIEL FARACO; HUMBERTO GOBBI; Dr. RAUL PELLA e CLÓVIS PESTANA.
- Presidente: RAYMUNDO GUILHERME KLOECKNER
- 1º Vice Pres. - Dr. ATÍDES CONCEIÇÃO OSÓRIO
- 2º Vice Pres. - Dr. MÁRIO HECK
- 1º Secretário - ARTHUR MILTON ARNOLD
- 2º Secretário - NELSON SELA
- 1º Tesoureiro - OTTOMAR ZERWES
- 2º Tesoureiro - ARTHUR A. KLOECKNER
Conselho Deliberativo: Dr. AMÉRICO MICHELINI, ACÁCIO GOMES; NORBERTO BECKER, ROMEU SCHEIBE e Dr. RAYMUNDO MARTINS DE QUADROS.
Suplentes do Conselho Deliberativo: THEODORO GREGORY, Dr. HOMERO GUERRA, ALBERTO VON FRÜIHAUF, LUIZ KORGEL e LINDOLFO KASPER.
Conselho Fiscal: BENNO GOELNER, JOSÉ ANNONI e LAURO WEBER
Suplentes do Conselho Fiscal: TELMO ADAMS PEREIRA, OLMIRO RAMOS e JOSÉ BALDUINO LAUXEN.
Orador: ODILO GOMES

CARAZINHO SE DESTACA NO EMPREGO DA ADUBAÇÃO VERDE

Em 19 de setembro de 1958, circulava no jornal "CORREIO DO POVO", a seguinte notícia que transcrevemos na íntegra:
Levantamentos feitos pela Seção de Fomento Agrícola da Secretaria da Agricultura mostram somente Carazinho, seguido por Palmeira das Missões e Canela, que fazem razoável uso da adubação verde.
O estudo revela logo o descuido e a igonorância dessa importante prática agrícola melhoradora e conservadora do solo que é a adubação verde. Conforme os dados, Carazinho, foi o município em que os triticultores, no corrente ano, aplicaram a medida em mais extensão, ou seja, em 70% da área cultivada com trigo. Em Palmeira das Missões foi feita uma adubação verde em trigo, com leguminosas em 20% da área cultivada; em Canela 18%; em Marau 10%; Santo Ângelo, Camacuã, Nova Petrópolis e são Francisco de Paula registraram 5%. Santa Cruz do Sul, Encruzilhada, Getúlio Vargas, Bento Gonçalves, Bom Jesus, Arroio do Meio, Jaguari e muitos outros municípios a técnica não foi adotada (ou apenas em quantidades inexpressivas) . A adubação verde, na cultura do trigo, é hoje uma das mais importantes para o Rio Grande do Sul.
Os técnicos das Seções de Fomento e Recursos Naturais Renováveis da Secretaria da Agricultura, contribuem para a difusão da medida. É necessário que seja difundida de todos os modos e também por instituições ou pessoas que tenham contato com o agricultor e queiram o desenvolvimento e a recuperação do nosso solo e do homem rural.

Ata nº 89 - ELEIÇÃO DA NOVA DIRETORIA DA ASSOCIAÇÃO RURAL ( 11.03.1962) A MARÇO DE 1964.

Presidente: ALFREDO BRATZ
1º Vice Presidente - RAYMUNDO GUILHERME KLOECKNER
2º Vice Presidente - Dr. FÉLIX GUERRA
1º Secretário - EVERARDO PADILHA
2º Secretário - NELSON LOTÁRIO SEHN
1º Tesoureiro - JAYME ZART
2º Tesoureiro - CARLOS NEISSE
Conselho Deliberativo: ERNESTO JOSÉ ANNONI, OLMIRO RAMOS, WALDEMAR BOCORNY, Dr. ATAÍDES CONCEIÇÃO OSÓRIO e IVO HILÁRIO SEHN.
Suplentes do Conselho Deliberativo: AMÉRICO MICHELINI, DORIVAL DE QUADROS, HILÁRIO WEBER, IVORY PACHECO e NILO BRANDA.
Conselho Fiscal: OTTO GERHARDT, WALDEMAR NEULS e CELSO LEITE.
Suplentes do Conselho Fiscal: NORBERTO BECKER, SALDANHA LEITE e PERY DE PÁDUA.

Ata nº 111 - ELEIÇÃO DA NOVA DIRETORIA DA ASSOCIAÇÃO RURAL, REALIZADA EM 21.03.1964 a 11.04.1966

Presidente: ALFREDO BRATZ
1º Vice Presidente: HUGO KERBER
2º Vice Presidente: Dr. AMÉRICO MICHELINI
1º Secretário: Dr. EVERARDO PADILHA
2º Secretário: SALVADOR DE SOUZA LEAL
1º Tesoureiro: JAYME ZART
2º Tesoureiro: CARLOS NEISSE
Conselho Deliberativo: ARMANDO BRATZ, CELSO LEITE, LUIZ VILODI ROCHA, Dr. JOSÉ DA COSTA MATTOS e Dr. ATAÍDES CONCEIÇÃO OSÓRIO.
Suplentes: OLMIRO RAMOS, IVO SEHN, HILÁRIO WEBER, NILO BRANDA e IRNO ROCHEMBACK.
Conselho Fiscal: OTTO ALBINO GHERARDT, SALDANHA LEITE e JACIR FENNER.
Suplentes: ERNESTO ROCHA DE QUADROS, FIDÊNCIO MACHADO e ERNESTO XAVIER DA CRUZ.
OBS.: APÓS 30.11.1965 A 11.04.1966, NÃO HOUVERAM REUNIÕES REGISTRADAS EM ATA, SENDO QUE PERMANECEU NA PRESIDÊNCIA O SR. ALFREDO BRATZ.

Obs.: Ata nº ( não houve numeração de Ata)

"ELEIÇÃO DA NOVA DIRETORIA DA ASSOCIAÇÃO RURAL, REALIZADA EM 11.04.1966 A 1º DE FEVEREIRO DE 1968".

Presidente: ALFREDO BRATZ
1º Vice Presidente: ANTONIO DA ROCHA SILVEIRA
2º Vice Presidente: HILÁRIO WEBER
1º Secretário: SALVADOR DE SOUZA LEAL
2º Secretário: JOSÉ DOMINGOS PIVA
1º Tesoureiro: CILEDONIO XAVIER
2º Tesoureiro: JAYME ZART
Conselho Fiscal: CELSO LEITE, WALBURGO VICTOR BRATZ, WALDEMAR NEULS.
Suplentes: JOSÉ R. BRAUN, IVO ROCHEMBACK, FIDÊNCIO MACHADO DA SILVA.
Conselho Deliberativo: ALCIONE F. GONÇALVES, Dr. AMÉRICO MICHELINI, NELSON SEHN, ARMANDO BRATZ, JACIR FENNER.
Suplentes: Dr. ATAÍDES CONCEIÇÃO OSÓRIO, OLMIRO RAMOS, HUGO KERBER, FERNANDO BRATZ, OTTO ALBINO GERHARDT.
Orador: JAYME ZART

"EM 1º DE FEVEREIRO DE 1968 EM ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA FOI AUTORIZADA A DIRETORIA, REQUERER A INVESTIDURA DA ENTIDADE NAS FUNÇÕES E PRERROGATIVAS DE SINDICATO DOS EMPREGADORES RURAIS DO MUNICÍPIO, CONFORME FICOU FACULTADO PELO DECRETO LEI Nº 148 DE 08.02.1967".
Obs.: AS ATIVIDADES SE ESTENDERAM SOB. A PRESIDÊNCIA DO SENHOR ALFREDO BRATZ, ATÉ O DIA 30 DE JANEIRO DE 1970, QUANDO INICIOU SUAS ATIVIDADES JÁ COMO SINDICATO RURAL DE CARAZINHO, PERMANECENDO COMO PRESIDENTE O SENHOR ALFREDO BRATZ, CONFORME CONSTA EM ATA Nº1 - LIVRO 03, Pg.02.

Ata nº 01 - ATA DE ELEIÇÃO DO SINDICATO RURAL DE CARAZINHO, REALIZADA EM 30 E 31 DE JANEIRO DE 1970- PG.04 do livro 3.

OBS.: EM 19 DE FEVEREIRO DE 1970, REUNIRAM-SE OS MEMBROS DA DIRETORIA,CONSELHO FISCAL E DELEGADOS REPRESENTANTES, EFETIVOS E SUPLENTES DO SINDICATO RURAL DE CARAZINHO, SENHORES: ALFREDO BRATZ, EVERARDO PADILHA, JOSÉ ARRIGO RIGHETTO, JACYR FENNER, GILBERTO V. MATIOTTI, NILO AFONSO BRANDA, LORENO ALBUQUERQUE GRAEFF, ATHAÍDES CONCEIÇÃO OSÓRIO, HOMERO GUERRA, OLMIRO RAMOS, DORIVAL DE QUADROS, WALBURGO VICTOR BRATZ, HUGO KOHMANN, HUGO KERBER, JOSÉ ALBERTO DA COSTA MATTOS, HILÁRIO WEBER, ARTHUR MILTON ARNOLD, ARTHUR R. SCHEIBE, DEMESTOCLES MARQUES DA SILVA e PAULINO CHAVES DA ROSA PARA TOMAR POSSE.
SOB. A PRESIDÊNCIA DO Sr. ARTHUR SCHEIBE TOMARAM POSSE OS SEGUINTES ASSOCIADOS:

Presidente: ALFREDO BRATZ (ficou até 10.09.1970), quando assumiu interinamente o vice presidente EVERARDO PADILHA, em substituição ao presidente ALFREDO BRATZ, ( ata nº2), o qual permaneceu no cargo até dezembro de 1972, sendo a presidência desempenhada alternadamente pelo 1º e 2º vices presidentes.
1º Vice Presidente: EVERARDO PADILHA
2º Vice Presidente: JOSÉ ARRIGO RIGHETTO
1º Secretário: JACYR FENNER
2º Secretário: GILBERTO V. MATIOTTI
1º Tesoureiro: NILO AFONSO BRANDA
2º Tesoureiro: LORENO ALBUQUERQUE GRAEFF
Suplentes da Diretoria: Dr.ATHAÍDES CONCEIÇÃO OSÓRIO, Dr. HOMERO GUERRA, OLMIRO RAMOS, DORIVAL DE QUADROS, WALBURGO VICTOR BRATZ, HUGO KOHMANN, HUGO KERBER.
Conselho Fiscal: JOSÉ ALBERTO DA COSTA MATTOS, HILÁRIO WEBER, ARTHUR MILTON ARNOLD.
Suplentes do Conselho Fiscal: ARTHUR A. SCHEIBE, DEMOSTOCLES MARQUES DA SILVA, PAULINO CHAVES DA ROSA.
Delegados Representantes: ALFREDO BRATZ, EVERARDO PADILHA e JOSÉ ARRIGO RIGUETTO.
Suplentes de delegados representantes: LORENO ALBUQUERQUE GRAEFF, HUGO KERBER e GILBERTO V. MATIOTTI.

"Ata nº 24 - Realizada em 27/28 e 29 de dezembro de 1972 para eleição da nova diretoria, quando foi eleito o Sr. JOSÉ ARRIGO RIGUETTO".

Diretoria: Efetivos - Dr. JOSÉ ARRIGO RIGUETTO, Dr. RUY SCHARDONG, JACIR FENNER, WALBURGO VICTOR BRATZ, ANTONIO COLOSSI, EDGAR WEBER e HUGO KOHMANN.
Diretoria: Suplentes - JOSÉ ALBERTO DA COSTA MATTOS, OLMIRO RAMOS, NILO BRANDA, DORIVAL DE QUADROS, OSVALDO SARMENTO, OSCAR VERRÍSSIMO DA FONSECA e ISMAR ANNONI.
Conselho Fiscal - Efetivos: Dr. MARINO HECK, AGENELLO SENGER e LÉO S. ELY.
Conselho Fiscal - Suplentes: LUIZ MATIOTTI SOBRINHO, VALI ALBRECHT e ARMANDO BRATZ.
Delegados Representantes - Efetivos : JOSÉ ARRIGO RIGUETTO e LORENO ALBUQUERQUE GRAEFF.
Delegados Representantes - Suplentes: Dr. AMÉRICO MICHELINI e JACYR FENNER.
Em 19 de fevereiro de 1973, foi empossada a nova diretoria que ficou assim constituída- Ata nº 29 do livro 3.
Presidente: JOSÉ ARRIGO RIGUETTO
1º Vice Presidente: Dr. RUY SCHARDONG
2º Vice Presidente: JACYR FENNER
1º Secretário: WALBURGO VICTOR BRATZ
2º Secretário: ANTONIO COLOSSI
1º Tesoureiro: EDGAR WEBER
2º Tesoureiro: HUGO KOHMANN

OBS: NA ATA DE Nº 36 - LIVRO Nº 4, REALIZADA EM 09 DE NOVEMBRO DE 1973, AINDA CONSTA O SR. JOSÉ ARRIGO RIGUETTO COMO PRESIDENTE. DE NOVEMBRO DE 1973 A 23 DE AGOSTO DE 1978, NÃO EXISTE NENHUM REGISTRO DE ATIVIDADES DO SINDICATO RURAL, NO LIVRO Nº 4 E SIM NO LIVRO DE Nº 5, QUE INICIA COM A ATA DE Nº 1.

Na Ata de nº37 do livro 4, Assembléia Geral Extraordinária, realizada em 23 de agosto de 1978, faz-se menção no Edital da aprovação das contas da Diretoria correspondentes aos exercícios financeiros de 1973 a 1977, sendo que nesta consta o nome do Sr. VALI ALBRECHT, como quem presidiu a reunião.

LEMBRETE: JOSÉ ARRIGO RIGUETTO - Até 04 de agosto de 1978, CONFORME ATA Nº 28/78 DO LIVRO Nº 5.

"EM VIRTUDE DO AFASTAMENTO DO SR. JOSÉ ARRIGO RIGUETTO, ASSUME A PRESIDENCIA O SR. VALI ALBRECHT - A partir de 04 de agosto de 1978 (ATA Nº 29/78)".

POSSE DA NOVA DIRETORIA - 19 DE FEVEREIRO DE 1979, FICANDO ASSIM CONSTITUÍDA:
Presidente: VALI ALBRECHT
1º Vice Presidente: LORENO ALBUQUERQUE GRAEFF
2º Vice Presidente: NILO AFONSO BRANDA
1º Secretário: JOSÉ MARQUES SEVERO
2º Secretário: OTTO WALDEMAR AUGUSTIN
1º Tesoureiro: OSCAR VERÍSSIMO DA FONSECA
2º Tesoureiro: SALVADOR DE SOUZA LEAL
Suplentes da Diretoria: EVERARDO PADILHA, IRON LOURO BALDO ALBUQUERQUE, PAULO LÉO RAMOS, DORIVAL DE QUADROS, NÉVIO TRENTIN, JOÃO BENNO SIMM e FLÁVIO GOELLNER.
Conselho Fiscal-Efetivos: ARTHUR MILTON ARNOLD, JOSÉ ALBERTO DA COSTA MATTOS, PAULO LUIS NOTARE CAMINO.
Conselho Fiscal-Suplentes: FERNANDO FETZER, IVORY PACHECO, LUIZ GRONEVALT.
Delegados Representantes: - Efetivos: JOSÉ ARRIGO RIGUETTO, EVERARDO PADILHA .
Delegados Representantes: - Suplentes: VALI ALBRECHT e LORENO ALBUQUERQUE GRAEFF.

ATA DE POSSE DOS TITULARES E SUPLENTES DOS CARGOS DE DIRETORIA, CONSELHO FISCAL E DELEGADOS REPRESENTANTES DO SINDICATO RURAL DE CARAZINHO, REALIZADA EM 19 DE FEVEREIRO DE 1991, NAS DEPENDÊNCIAS DO SINDICATO RURAL DE CARAZINHO.

Presidente: ANTONIO CARLOS GLOECKNER DE MEIRA
1º Vice Presidente: ÊNIO GERALDO NAPP
2º Vice Presidente: VALI ALBRECHT
1º Secretário: ANTÔNIO AUGUSTO GUERRA BOCORNY
2º Secretário: RUDI KNOP
1º Tesoureiro: JORGE OSCAR KUMMER
2º Tesoureiro: HOMERO GUERRA NETO
Suplentes da Diretoria: ARNO ARI HOMMERDING, DARCY SAMPAIO DA SILVEIRA, JÂNIO HENRIQUE SIQUEIRA PACHECO, LEOMAR LUIZ TOMBINI, MA MING KWONG, MARCOS LUNARDI VARGAS MATIOTTI e MARIO VERÍSSIMO DA FONSECA.
Conselho Fiscal-Efetivos: LUIZ CARLOS SCHREINER, JOÃO AUGUSTO LEINDECKER e ALMIRANTE ALVES DO NASCIMENTO.
Conselho Fiscal-Suplentes: JOSÉ LUIMAR MATIOTTI, CELSO INÁCIO PINZON e MARCOS AGENOR BEGROW.
Delegados Representantes Efetivos: ANTÔNIO CARLOS GLOECKNER DE MEIRA e FÉLIX TUBINO GUERRA.
Delegados Representantes - Suplentes: JOSÉ MAURÍCIO CIANCONI JUNIOR e ÊNIO GERALDO NAPP.

"ATA DE POSSE DOS TITULARES E SUPLENTES DOS CARGOS DE DIRETORIA, CONSELHO FISCAL, E DELEGADOS REPRESENTANTES DO SINDICATO RURAL DE CARAZINHO", REALIZADA ÀS 18:00 HORAS DO DIA 19 DE FEVEREIRO DE 1994, NA SEDE DO SINDICATO RURAL.
Presidente: ANTONIO CARLOS GLOECKNER DE MEIRA
1ºVice Presidente: MAURICIO CIANCONI JÚNIOR
2º Vice Presidente: VALI ALBRECHT
1º Secretário: HOMERO GUERRA NETO
2º Secretário: RUDI KNOPP
1º Tesoureiro: JÂNIO HENRIQUE SIQUEIRA PACHECO
2º Tesoureiro: ARNO A. HOMMERDING
Suplentes da Diretoria: ÊNIO GERALDO NAPP, MA MING KWONG, MARCOS LUNARDI V. MATIOTTI, MÁRIO VERISSIMO DA FONSECA, DIONISIO VIAN, JOÃO FRANCISCO G. DA SILVA E CELSO INÁCIO PINZON.
Conselho Fiscal Efetivos: LUIZ CARLOS SCHREINER, JOSÉ LUIMAR MATIOTTI E ALMIRANTE ALVES DO NASCIMENTO.
Suplentes do Conselho Fiscal: CORNELIS SUILLJEE, OLIVIO E. KEMPF ERIG E ALDO DELLA SENTA.
Delegados Representantes Efetivos: ANTONIO CARLOS G. DE MEIRA E FELIX TUBINO GUERRA.
Suplentes de Delegados Representantes: JOSÉ MAURICIO CIANCONI JUNIOR E ARNO A. HOMMERDING.

 

PROPOSTA A PRORROGAÇÃO DO MANDATO DO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS GLOECKNER DE MEIRA E DA SUA DIRETORIA EM ASSEMBLÉIA GERAL REALIZADA EM 15.02.1997 - ATA 57/97 - LIVRO 5. ( PELO PRAZO MÁXIMO DE SEIS MESES).
- EM DEZENOVE DE MAIO DE 1997 EM REUNIÃO REALIZADA NO SINDICATO, FOI COMUNICADO PELO PRESIDENTE, NÃO TER SIDO INSCRITA NENHUMA CHAPA PARA CONCORRER A ADMINISTRAÇÃO DO SINDICATO, HAVENDO A NECESSIDADE DE PRORROGAÇÃO DO MANDATO.
- EM PRIMEIRO DE AGOSTO DE 1997, NÃO HOUVE NENHUM REGISTRO DE CHAPA, SENDO NECESSÁRIO UMA PRORROGAÇÃO DE MANDADO A SER REFERENDADA PELA ASSEMBLÉIA. ATA Nº 62/96. LIVRO 5.
- AOS DEZESSEIS DIAS DO MÊS DE AGOSTO DE 1997 FOI PRORROGADO O MANDADO DO SENHOR ANTÔNIO CARLOS GLOECKNER DE MEIRA POR MAIS SEIS MESES. ATA Nº 63/97 - LIVRO 5, A CONTAR DE 18 DE AGOSTO DO CORRENTE ANO. ATA 64/97, OU SEJA ATÉ 19 DE FEVEREIRO DE 1998.


POSSE DO SENHOR JOÃO AUGUSTO LEINDECKER EM 19 DE FEVEREIRO DE 1998- ATA 68/98 - LIVRO 5.
Presidente: JOÃO AUGUSTO LEINDECKER
1º Vice Presidente: JÂNIO HENRIQUE SIQUEIRA PACHECO
2º Vice Presidente: ANTONIO CARLOS GLOECKNER DE MEIRA
1º Secretário: HOMERO GUERRA NETO
2º Secretário: LUIZ AUGUSTO WEBER
1º Tesoureiro: SIRLEI TEREZINHA ALBRECHT
2º Tesoureiro: GILBERTO DIAS DE MEIRA
Suplentes da Diretoria: ELTON STREFLING, JÚLIO CÉSAR RODRIGUES XAVIER, GELSON CAMEJO XAVIER, CELSO PINZON, MA MING KNONG e ARTIDOR ADALBERTO BRATZ.
Conselho Fiscal - Efetivos: HILÁRIO LEFF, ALDO DELLA SENTA e CORNELLIS MARIA HENDRICUS SOUILLJEE.
Conselho Fiscal - Suplentes: LUIZ HENRIQUE SENGER, RUDI KNOP e LUIZ CARLOS SCHREINER
Delegados Representantes Efetivos: JOÃO AUGUSTO LEINDECKER e ANTONIO CARLOS GLOECKNER DE MEIRA.
Delegados Representantes Suplentes: JÂNIO HENRIQUE SIQUEIRA PACHECO

- AOS VINTE E OITO DIAS DO MÊS DE ABRIL DE 1999 ASSUME A PRESIDÊNCIA DO SINDICATO RURAL O 1º VICE, SENHOR JÂNIO HENRIQUE SIQUEIRA PACHECO EM VIRTUDE DO PRESIDENTE JOÃO AUGUSTO LEINDECKER, TER SOLICITADO LICENCIAMENTO DE SESSENTA DIAS PARA TRATAMENTO DE SAÚDE.
- AOS DOIS DIAS DO MÊS DE AGOSTO DE 1999 O PRESIDENTE JOÃO AUGUSTO LEINDECKER SOLICITA SEU PEDIDO DE AFASTAMENTO POR PRAZO INDETERMINADO, SENDO RECONDUZIDO COMO PRESIDENTE O SENHOR JÂNIO HENRIQUE SIQUEIRA PACHECO - ATA 111/99.

"ATA Nº 130/2000 - ASSEMBLÉIA GERAL REALIZADA AOS (19)DEZENOVE DIAS DO MÊS DE FEVEREIRO DE 2001, ONDE FOI EMPOSSADO O SENHOR JÂNIO HENRIQUE SIQUEIRA PACHECO COMO PRESIDENTE DO SINDICATO RURAL, SENDO SUA DIRETORIA COMPOSTA PELOS SEGUINTES ASSOCIADOS":
Presidente: JÂNIO HENRIQUE SIQUEIRA PACHECO
1º Vice Presidente: SEBASTIÃO MARTINS COSTA VELHO
2º Vice Presidente: CORNÉLIS MARIA HENDRICUS SOUILLJEE
1º Secretário: CARLOS KOHMANN
2º Secretário: HILTON KIPPER
1º Tesoureiro: JÚLIO CÉSAR RODRIGUES XAVIER
2º Tesoureiro: LUIZ AUGUSTO WEBER
Suplentes da Diretoria: JORGE OSCAR KUMMER, ALMIRANTE ALVES DO NASCIMENTO, CARLOS EDUARDO SCHEIBE, CELSO AUGUSTO HARTMANN, ALDO DELLA SENTA, HILÁRIO LEFF e CONSTANTINO DIMOS NICOLACÓPULOS.
Conselho Fiscal - Efetivos: GILBERTO DIAS DE MEIRA, JAIME ZANELLA, ARTIDOR ADALBERTO BRATZ.
Conselho Fiscal - Suplentes: SIRLEI TEREZINHA ALBRECHT DOS SANTOS.
Delegados Representantes junto a FARSUL - Efetivos: JÂNIO HENRIQUE SIQUEIRA PACHECO e SEBASTIÃO MARTINS COSTA VELHO.
Delegados Representantes junto a FARSUL - Suplentes: JORGE OSCAR KUMMER.


ATA Nº 176 ASSEMBLÉIA GERAL DE POSSE DA NOVA DIRETORIA DO SINDICATO RURAL DE CARAZINHO, REALIZADA EM 19.02.2004, ONDE ASSUMIU COMO PRESIDENTE O SENHOR JÂNIO HENRIQUE SIQUEIRA PACHECO - PERÍODO DE 2004 A 2006.

Presidente: JÂNIO HENRIQUE SIQUEIRA PACHECO
1º Vice Presidente: CARLOS EDUARDO SCHEIBE
2º Vice Presidente: CORNÉLIS MARIA HENDRICUS SOUILLJEE
1º Secretário: LUIZ AUGUSTO WEBER
2º Secretário: VILSON FREDERICO HÊNICKA
1º Tesoureiro: GILBERTO DIAS DE MEIRA
2º Tesoureiro: HILTON LOBATO KIPPER
Suplentes da Diretoria: ALDO DELLA SENTA, HILÁRIO LEFF, CONSTANTINO DIMOS NICOLACÓPULOS, CELSO AUGUSTO HARTMANN, JORGE OSCAR KUMMER e SEBASTIÃO JOSÉ MARTINS COSTA VELHO.
Conselho Fiscal-Efetivos: JAYME ALBERTO ZANELLA, ARTIDOR ADALBERTO BRATZ e CARLOS KOHMANN.
Conselho Fiscal-Suplentes: SIRLEI ALBRECHT DOS SANTOS e DEMO BERTÉ.
Delegados Representantes - Efetivos: JÂNIO HENRIQUE SIQUEIRA PACHECO e CARLOS EDUARDO SCHEIBE.
Delegados Representantes - Suplentes: GILBERTO DIAS DE MEIRA e JORGE KUMMER.

ATA Nº 218 DA POSSE DO SENHOR JÂNIO HENRIQUE SIQUEIRA PACHECO, REALIZADA EM 12 DE FEVEREIRO DE 2007, NAS DEPENDÊNCIAS DO SINDICATO RURAL DE CARAZINHO, ONDE FOI EMPOSSADA A SEGUINTE DIRETORIA PARA A GESTÃO 2007/2009.
Presidente: JÂNIO HENRIQUE SIQUEIRA PACHECO
1º Vice Presidente: LUIZ AUGUSTO WEBER
2º Vice Presidente: OTTO ALBINO GHERARDT NETO
1º Secretário: VILSON FREDERICO HENICKA
2º Secretário: HILTON LOBATO KIPPER
1º Tesoureiro: GILBERTO DIAS DE MEIRA
2º Tesoureiro: TATIANA GIACOMOLLI MATIOTTI
Suplentes da Diretoria: ALDO DELLA SENTA, RENEU ALBERTO RIES, CELSO AUGUSTO HARTMANN, ALBERTO SOUILLJEE, MARCOS PINZON e CARLOS EDUARDO SCHEIBE.
Conselho Fiscal - Efetivos: JAYME ZANELLA, ARTIDOR ADALBERTO BRATZ e CARLOS KOHMANN.
Conselho Fiscal - Suplentes: SIRLEI ALBRECHT DOS SANTOS e CORNÉLIS MARIA HENDRICUS SOUILLJEE.
Delegados Representantes junto a FARSUL - Efetivos: JÂNIO HENRIQUE SIQUEIRA PACHECO e RENEU ALBERTO RIES.
Delegados Representantes junto a FARSUL - Suplentes: GILBERTO DIAS DE MEIRA e LUIZ AUGUSTO WEBER.


REGISTRAMOS ABAIXO ALGUMAS DAS AÇÕES IMPETRADAS PELA DIRETORIA EXECUTIVA A QUAL TEM COMO PRESIDENTE O SENHOR JÂNIO HENRIQUE SIQEUIRA PACHECO, E QUE SE CONSTITUIRAM EM EXCELENTES RESULTADOS PARA OS OBJETIVOS PROPOSTOS:
. Foi criado um novo logotipo, o qual identifica a pujança dos nossos campos e das nossas searas. Creio, termos sido muito felizes na sua elaboração, principalmente no que se refere às cores predominantes, verde e amarela e a linhas em semicírculos, que representam nossos campos cultivados.
. Tendo em vista a inoperância das ações impetradas pela CNA, no que se refere à cobrança dos impostos, sobre a terra nua, o que estava redundando em grandes prejuízos para os Sindicatos, nos foi dada à prerrogativa de negociarmos estas cobranças dos produtores rurais inadimplentes, inseridos em nossa área de jurisdição, através do nosso Sindicato. Muitas destas dívidas, já encontravam-se em situação de prescrição de prazo (mais de cinco anos de inadimplência).Realizamos um trabalho de mobilização e graças aos esforços despendidos , conseguimos recuperar parte destas dívidas, ou seja, quase que na sua totalidade. Tanto o Produtor Rural, como o Sindicato, realizaram esta negociação de uma forma em que ambos saíram plenamente satisfeitos, pois foram abonadas as multas e parcelada a dívida, através da remissão de novas guias.
. Diariamente prestamos informações precisas e atuais, sobre o comportamento de Mercado.Isto é feito na primeira hora da manhã e no final da tarde, através de informação via e-mail, e torpedos SMS.
. Também estamos constantemente em alerta, diuturnamente, em relação às possíveis invasões de terras. O nosso Sindicato, realizou um excelente trabalho documentado sobre o MST e seu movimento, o qual consta de nosso site e em CD, estando o mesmo disponibilizado aos interessados, bem como no site YOU TUBE, que tem acesso internacional.
Sobre esta marcha do MST, que tanto tem infernizado os Produtores Rurais, onerando o erário público e destruindo o meio ambiente, o nosso Sindicato foi muito elogiado a respeito deste trabalho, e alguns tópicos do mesmo foram objeto de matérias que circularam em grandes revistas do País.
. Nossas ações não foram infrutíferas e o nosso município e região se tornaram livre das ações de invasões, graças ao Poder Judiciário e em especial a ação do Excelentíssimo Juiz Dr. ORLANDO FACCINI NETTO e Excelentíssima Juíza Dra. MARLENE DE SOUZA, que foram também incansáveis batalhadores nesta causa.
. O Sindicato mobilizou-se com outras entidades e foi adquirida uma caminhonete e alguns equipamentos que foram repassados a Brigada Militar que os utiliza para vigilância constante e também na Patrulha Agrícola, para os casos de roubo e abigeato.
. Informatizamos todos os setores, o que agilizou os nossos trabalhos internos e externos. Proporcionamos aos nossos associados consultas pessoais as informações que necessitam, via internet, através de um computador moderno. Os mesmos também podem contar com a assessoria do nosso quadro de funcionários.
. Foi disponibilizado aos associados através do Plano Empresa, telefones celulares a baixo custo, sendo este plano administrado pelo próprio sindicato.
. Nos órgão públicos Municipais, Estaduais e ou Federais, nossos contatos são permanentes com as autoridades constituídas, nossas colocações e reivindicações são sempre muito bem acatadas, constituindo-se como subsídios a projetos de Leis a serem implantados e/ou reformulados.
. Tanto na CNA, como na FARSUL, somos reconhecidos pela nossa competência, principalmente quanto ao cuidado com que tomamos as nossas decisões e realizamos o nosso intercâmbio.
. Em nossa sede e nas extensões de base de Almirante Tamandaré do Sul, Coqueiros do Sul, Santo Antônio do Planalto e Chapada, realizamos constantemente cursos de qualificação através do SENAR, cursos estes voltados para o interesse dos Produtores Rurais, que são consultados para tal fim.
. Graças aos convênios firmados, com excelentes profissionais e com clínicas especializadas, estão sendo proporcionados aos nossos associados em dia com as suas anuidades, significativos descontos na maioria dos atendimentos que são realizados, entre os quais citamos : laboratoriais, odontológicos, farmacêuticos, estéticos, fisioterápicos, nutricionais, psicanálises, cardiovasculares, clínica geral e outros... , sendo que alguns destes atendimentos poderão ser estendidos também a nível regional.
É imprescindível que para usufruir destes benefícios, o associado e seus dependentes sejam portadores da Carteira de Associado que é feita gratuitamente na secretaria do Sindicato.
. Criamos a GALERIA DOS EX-PRESIDENTES, iniciando-se a sua montagem com a formação dos ex-presidentes da Associação Rural que iniciaram as suas atividades no ano de 1948, sendo que no ano de 1933, já havia um grupo de Produtores Rurais que administravam a mesma, sem no entanto terem as suas atividades registradas e ata.
. Como descrevemos no início do nosso trabalho, elaboramos um histórico da ASSOCIAÇÃO RURAL DE CARAZINHO e do SINDICATO RURAL DE CARAZINHO, resgatando fatos e acontecimentos da época e que passam a se tornar importante acervo para a consulta dos associados e da comunidade em geral.
. Os interesses do Sindicato, sempre são colocados em primeiro plano e um Planejamento Estratégico da utilização e aplicação dos recursos financeiros está sempre em evidência, sendo que com a implantação do mesmo, pretendemos tornar o Sindicato auto-suficiente em sua subsistência, independentemente de outros recursos recebidos, até então regularmente, através dos órgãos governamentais e da anuidade dos associados.
. A contratação da assessoria de um Executivo, passou a dar uma maior dinâmica as nossas ações e reorganizamos e estruturamos a casa nos moldes de empresa, isto nos tornou mais ágeis em nossas tomadas de decisão e na obtenção de resultados.
. O Sindicato participa como membro efetivo das duas maiores bacias hidrográficas do Estado ou seja: as do ALTO URUGUAI e da VÁRZEA e a do ALTO JACUÍ. Entendemos que esta representação é altamente significativa para a nossa Entidade e em especial aos Produtores Rurais. Por estarmos inseridos como membros efetivos nas mesmas, estamos sempre atentos para o que está ocorrendo, e com conhecimentos fundamentados para subsidiar nossos associados.
. O Sindicato também faz parte do COMITÊ FLORESTAL REGIONAL-PASSO FUNDO, da METADE NORTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.
. Também temos participação efetiva nos seguintes conselhos: CONSELHO DE CONSUMIDORES DA ELETROCAR, CONSELHO DO PLANO DIRETOR, PROJETO YACAMIN, CONSELHO DO HOSPITAL DE CARIDADE e da Comissões: COMISSÃO RS 330, COMISSÃO DE ESTUDOS SOBRE DÍVIDAS AGRÍCOLAS.

. SALA DE AGRO-NEGÓCIOS/SINDICATO RURAL /BANCO DO BRASIL
Estamos trabalhando em conjunto desde o ano de 1997, para possibilitarmos aos associados da SALA, informações em tempo real, sobre as cotações da soja, trigo e milho, bem como as condições climatológicas e cotações da Bolsa de Chicago, as quais possibilitam ao Produtor Rural, uma maior segurança em suas negociações.
Habilitamo-nos a transferir estas informações diárias e/ou em caráter emergencial, sempre que é feita alguma solicitação.
Informações, também são prestadas via Informativo Diário, que pode ser repassado via e-mail (correio eletrônico) e/ou através de retiradas diretamente na Sala, bem como através de contatos telefônicos convencionais e/ou por mensagem através do telefone celular e MSN.
A Sala de Agros-negócios, proporciona, sempre que necessário, palestras aos seus associados, com palestrantes de renome, que atuam especificamente nesta área, o que dá uma real segurança àqueles que investem no ramo do agro-negócio.
A Sala , já é um referencial em nossa região e junto aos nossos associados.
A criação da Sala,teve como objetivo, além de proporcionar as inúmeras consultas sobre o comportamento de mercado, o de também reunir Produtores Rurais, para que analisando em conjunto o comportamento do mercado, estabeleçam o rumo de seus negócios futuros.
A Sala tem sua sede junto ao Sindicato Rural.

.PARQUE DE EXPOSIÇÕES VALI ALBRECHT
A administração do Parque, requer por parte do Sindicato Rural uma atenção especial e constante.
As atividades possíveis de serem realizadas, precisam passar pela aprovação da Diretoria e são estudadas criteriosamente, não podendo passar por nenhum descuido ou desatenção, sob pena de sermos responsabilizados pelas conseqüências que poderão advir destas realizações.
Visto o acima exposto, criou-se um Regimento, que norteia a forma de procedimentos que o locatário deverá obedecer quando da locação do Parque. Podemos exemplificar, algumas razões que nos obrigam a este procedimento tais como:
Em relação ao trânsito dos animais, o proprietário deve ter o aval da Inspetoria Zootécnica e Veterinária; em relação à venda de bebidas alcoólicas nos eventos, é proibida a sua comercialização; em relação a possíveis acidentes que possam ocorrer no recinto do Parque, podemos nos tornar responsáveis, enfim, são inúmeras as cláusulas que devem fazer parte de um contrato de locação, que por muitas vezes nos fazem pensar até que ponto se torna viável locarmos o Parque Vali Albrecht.
Temos um belo Patrimônio, só que poderia ser aproveitado melhor, desde que para isso não fossem exigidas tantas formalidades pelos órgãos públicos.
Se nos tornamos um tanto intransigentes na cedência do Parque, é face a estas exigências e formalidades.
A Diretoria do Sindicato, procura achar uma solução para um melhor aproveitamento do Parque.

Locação das Instalações do Parque e das Dependências do Sindicato
Os associados, quites com a tesouraria, poderão locar algumas dependências do Parque, desde que formalizem o seu pedido com a devida antecedência, informando o objetivo a que se destina, e aguardando o deferimento da Diretoria Executiva.
Para este uso, é cobrado uma taxa, que se destina a manutenção, limpeza e outros...

Revistas Técnicas e Jornais
Cientes de que a informação é imprescindível para quem tem no seu dia a dia a administração do seu negócio, procuramos munir nossos associados com a maior gama de informações possíveis, para isso, o Sindicato assina jornais, revistas e periódicos, que estão à sua disposição.
0É muito importante, o associado comparecer ao Sindicato e expor suas idéias, participando ativamente, pois somente assim seremos representativos.

Este trabalho de resgate do histórico com datas, diretorias e ex-presidentes, foi realizado pelo Sr. RADAMEZ FRANCISCO AMENDE, Diretor Executivo do Sindicato Rural, no ano de 2009.