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13.09.2017Soja sobe em Chicago nesta 4ª feira já absorvendo grande safra dos EUA estimada pelo USDA

Soja sobe em Chicago nesta 4ª feira já absorvendo grande safra dos EUA estimada pelo USDA

Soja sobe em Chicago nesta 4ª feira já absorvendo grande safra dos EUA estimada pelo USDA

 

Os preços da soja sobem na manhã desta quarta-feira (13) na Bolsa de Chicago. As cotações, por voltade 8h25 (horário de Brasília), trabalhavam com altas de pouco mais de 4 pontos entre seus principais vencimentos e parecem já ter deixado de lado o peso dos novos e maiores números que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe ontem em seu boletim mensal. 

Assim, o contrato novembro/17 se mantinha acima dos US$ 9,50 por bushel, sendo cotado a US$ 9,56, enquanto o março/18 já tinha US$ 9,75. 

Os traders, como explicam analistas internacionais, mantêm seu foco na conclusão da nova safra dos Estados Unidos, nas especulações sobre o início da nova safra da América do Sul e no andamento do financeiro. 

O dólar ainda chama a atenção e, mais baixo, atrai os investidores para as commodities de uma forma geral. Na manhã de hoje, o index apresentava uma nova baixa - de 0,09% - para atuar, novamente, abaixo dos 92 pontos. O indicador mostra o desemepenho da moeda americana frente a uma cesta de outras divisas internacionais. 

Nesse ambiente, o mercado continua caminhando de lado e ainda ávido por novidades fortes o suficiente para tirar os preços dessa lateralização. Para alguns especialistas, as cotações seguem atuando entre os US$ 9,50 e US$ 10,00 por bushel na CBOT.

"Graficamente, nota-se que, apesar da notícia de cunho baixista indicada no relatório, ainda seguimos em uma tendência lateral. Passado o relatório de setembro, as atenções começam a se voltar para as condições de plantio na América do Sul, cujas condições de baixa umidade em várias regiões começa a gerar um pouco de preocupação", explica o analista de mercado da OTCex Group de Genebra, Miguel Biegai. 

Veja como fechou o mercado nesta terça-feira:

>> Soja: Números fortes da demanda equilibram mercado e compensam aumento na safra dos EUA

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Por: Carla Mendes
Fonte: Notícias Agrícolas

 

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